Muito se fala de amor... porque nao falar de ódio, de pessoas que querem possuir outras, como quem compra uma casa ou um carro...
Da partilha de bens, filhos e até de pedaços de metal ou papel, a quem alguém se lembrou de baptizar de dinheiro...
O amor é definição de uma incógnita imesurável...
Para quê limitações, ou predefinições? Experimente a secar um oceano num dia...
Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.
Hoje sinto a falta de um abraço
Uma coisa tão simples
Tão cheia de significado...
O desespero bateu-me à porta
Veio sem aviso
Ainda cedo
Sem que eu o chamasse
Quis ser forte
Não mostrei medo
Mas...
Não tive forças para ele
Tomou conta do meu cansaço...
E roubou-me o meu sorriso
Deixou-me tão triste!
Com uma falta enorme
A falta de um abraço...
Este blog é apenas uma cópia do seu original, que mora num outro espaço virtual sob o nome de ECOS. Senti necessidade de criar este clone, por lhe ter um carinho muito especial, pois foi com ele e por ele, que experimentei o gosto pela escrita... e por não o sentir seguro no servidor em que se encontra alojado. No fundo, apenas porque não o queria perder... Este blog não permite comentários... acaso me queiram dizer algo, podem fazê-lo por email medusalinda@gmail.com